<p>finished playing <a href="https://neodb.social/search?r=1&q=https://eggplant.place/game/3GDymjy4mb840Z7hXia89j" rel="nofollow">Quake II</a> <br>Realmente, Quake II é, para mim, bem melhor que o primeiro jogo da franquia.</p><p>Traz um ritmo extremamente frenético, boa física e jogabilidade.</p><p>Em determinados momentos, me senti jogando o primeiro Half-Life que saiu mais ou menos um ano depois. E isso não é à toa: Half-Life usa a GoldSrc, uma versão modificada da Quake engine.</p><p>Portanto, Quake II envelheceu bem e vale a pena ser revisitado pelos fãs do gênero.</p><p><a href="/tags/games/" rel="tag">#Games</a> <a href="/tags/quakeii/" rel="tag">#QuakeII</a> <a href="/tags/fps/" rel="tag">#FPS</a> <a href="/tags/firstpersonshooter/" rel="tag">#FirstPersonShooter</a> <a href="/tags/classicgames/" rel="tag">#ClassicGames</a></p><p><a href="/tags/neodb/" rel="tag">#NeoDB</a></p>
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<p>wants to play <a href="https://neodb.social/search?r=1&q=https://eggplant.place/game/1uil1UkhemM01nFC62Hhwl" rel="nofollow">Quake</a> <br>No final de semana, estava com vontade de jogar algo bem descompromissado, "sem enredo" ou maiores complicações. Foi a escolha certa.</p><p>Meu primeiro contato com a franquia foi com Quake II, daquela revista Full Games.</p><p>Por conta disso, a primeira vez que joguei um pouco do primeiro game, estranhei um pouco por conta dos gráficos (inclusive, no início dos anos 2000, era um dos poucos jogos disponíveis nativamente para Linux).</p><p>Mas assim com aconteceu com Mortal Kombat I, esse primeiro jogo da franquia Quake ganhou uma aura especial para mim. Realmente, um divisor de águas entre os Jogos de Tiro em Primeira Pessoa.</p><p><a href="/tags/games/" rel="tag">#Games</a> <a href="/tags/quake/" rel="tag">#Quake</a> <a href="/tags/fps/" rel="tag">#FPS</a> </p><p><a href="/tags/neodb/" rel="tag">#NeoDB</a></p>
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<p>finished playing <a href="https://neodb.social/search?r=1&q=https://eggplant.place/game/1uil1UkhemM01nFC62Hhwl" rel="nofollow">Quake</a> <br>No final de semana, estava com vontade de jogar algo bem descompromissado, "sem enredo" ou maiores complicações. Foi a escolha certa.</p><p>Meu primeiro contato com a franquia foi com Quake II, daquela revista Full Games.</p><p>Por conta disso, a primeira vez que joguei um pouco do primeiro game, estranhei um pouco por conta dos gráficos (inclusive, no início dos anos 2000, era um dos poucos jogos disponíveis nativamente para Linux).</p><p>Mas assim com aconteceu com Mortal Kombat I, esse primeiro jogo da franquia Quake ganhou uma aura especial para mim. Realmente, um divisor de águas entre os Jogos de Tiro em Primeira Pessoa.</p><p><a href="/tags/games/" rel="tag">#Games</a> <a href="/tags/quake/" rel="tag">#Quake</a> <a href="/tags/fps/" rel="tag">#FPS</a> </p><p><a href="/tags/neodb/" rel="tag">#NeoDB</a></p>
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<p>finished playing <a href="https://neodb.social/search?r=1&q=https://eggplant.place/game/2GtGL0V2L3oOXG31iyvTAI" rel="nofollow">Counter-Strike</a> <br>Para o SegundaFicha cujo tema é "jogos em que fiz amizades", trago Counter Strike (versão 1.3 ou 1.5), que comecei a jogá-lo em meados de 2002. Primeiro, numa breve partida na Fenasoft do mesmo ano.</p><p><a href="https://i.imgur.com/UbuYGIb.jpeg" rel="nofollow"><span class="invisible">https://</span>i.imgur.com/UbuYGIb.jpeg</a></p><p>Depois, comprei uma caixinha chamada "Half-Life Generation", que vinha com 4 CDs: "Half-Life" ("o jogo necessário para rodar CS"), "Opposing Force", "Blue Shift" (expansões) e "Couter Strike".</p><p><a href="https://i.imgur.com/u9jfElP.jpeg" rel="nofollow"><span class="invisible">https://</span>i.imgur.com/u9jfElP.jpeg</a></p><p>No dia em que o pedido chegou, estava num churrasco de confraternização da firma. Depois de ficar levemente alcoolizado e cantar "Chopis Centis" (Mamonas Assassinas) no karaokê, voltei para casa no final da tarde.</p><p>Ansioso e ainda sobre o efeito do álcool, tentei abri-lo com a chave de casa (o resultado pode ser conferido na foto do estojo original). Felizmente, os CDs ficaram intactos.</p><p><a href="https://i.imgur.com/BCgeTUu.jpeg" rel="nofollow"><span class="invisible">https://</span>i.imgur.com/BCgeTUu.jpeg</a></p><p>Passei a jogá-lo ainda com conexão discada, de 56 Kbps. Nas salas de bate papo do lobby conheci um grande amigo do RJ, que hoje mora em Portugal. Chegamos até a fazer parte de um "clan" (time). Lá se vão mais de duas décadas.</p><p>Os últimos coops que jogamos foram: "Portal 2", "Spec Ops: The Line" e atualmente estamos jogando "Shift Happens".</p><p><a href="/tags/games/" rel="tag">#Games</a> <a href="/tags/counterstrike/" rel="tag">#CounterStrike</a> <a href="/tags/fps/" rel="tag">#FPS</a></p><p><a href="/tags/neodb/" rel="tag">#NeoDB</a></p>
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<p>If anyone is interested in <a href="/tags/fps/" rel="tag">#FPS</a> <a href="/tags/multiplayer/" rel="tag">#multiplayer</a> game tech and happens to know <a href="/tags/godot/" rel="tag">#Godot</a>, I am open to talk :) Hit me up here or join team chat at <a href="https://liblast.zulipchat.com" rel="nofollow"><span class="invisible">https://</span>liblast.zulipchat.com</a><br>I am now wrestling with an entity and world state system. I have a problem because I would want to be able to do `if node is Entity: stuff()`, but root nodes of various scenes (like a game character, and interactive prop etc) uses a node type like CharacterBody3D which members I want to access, but also extend Entity.</p><p>THX4boosts!</p>
Edited 20d ago