No sábado passado, montámos banca no protesto pelo direito à habitação, no Porto, com uma reivindicação diferente, mas ligada à luta:
«Vamos conectar-nos, organizar-nos e criar comunidade através de alternativas éticas às redes sociais?»
Os nossos movimentos não podem ficar reféns dos algoritmos e da censura da Meta.
Lutar pelos nossos direitos não tem de implicar vídeos curtos reativos ou caixas de comentários polarizadoras.
E, claro, chá e bolachas grátis para quem luta por nós!